"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA" JESUS

"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

RECANTO DE PAZ Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Diálogo dos Vivos. Lição nº 16. Página 103. 

Há quem pergunte como servir à causa da paz. Semelhante tarefa não será privativa daqueles que se encarregam da direção do Mundo? A paz do Mundo, no entanto, é a soma de todos os esforços das criaturas, nos domínios da pacificação. Reflitamos nisso e atendamos à nossa parte, quanto se nos faça possível. Deixa que a fonte do amor se te desate do coração. Acende no cérebro a luz do pensamento reto. Transforma o trabalho de cada dia num cântico de bênçãos. 

Observa os compromissos assumidos por leis da própria consciência. Transita nas vias do bem aos semelhantes. Respeita o tipo de existência que os outros escolheram para si mesmos, como desejas que a tua própria vida seja respeitada. 

Ergue em ti um sinal vermelho para os comentários infelizes. Hospitaliza agressores e maldizentes em tua clínica de orações. Não desperdices a riqueza do tempo, comprando remorso com queixas inúteis. Veste a armadura da paciência para que consigas agir e reagir construtivamente, onde te encontres. Instala a boa palavra nas estruturas verbais que te manifestam. 

Ouve com atenção, aguardando sem pressa a tua vez de falar. Não desconsideres pessoa alguma. Resguarda no arquivo da prece os obstáculos e problemas que te desagradam, a fim de que não te destaques por motivo de aflição nas estradas alheias. 

Aceita os outros tais quais são, sem o propósito de corrigi-los ou aperfeiçoá-los à força. Aprende com modéstia e ensina sem exigência. Auxilia sem cobrança. Não solenizes as provações de que necessitas para melhorar o próprio caminho. 

Diante das ofensas, imuniza-te na terapêutica do perdão. Espera o momento propício destinado a esclarecer o ponto difícil que haja surgido em teu relacionamento com os demais. Não exijas do próximo aquilo que o próximo ainda não possui para dar. Não mentalizes o mal com inquietações imaginárias, e sim colabora na construção do melhor que deve acontecer. Serve sem dependurar algemas nos pulsos de teus irmãos. 

E, prosseguindo adiante, converter-te-ás em coluna da segurança geral. Em verdade, a Divina Providência não pede para que te transformes, de imediato, numa estrela que dissipe as sombras da perturbação onde as sombras da perturbação estejam dominando na Terra. O Céu espera sejas, ainda hoje, onde estiveres, um recanto vivo da paz.

“Crês que há um só Deus e fazes o bem. Mas os demônios também o creem e Estremecem.” (Thiago, 2:19).

Alguns momentos de reflexão no Evangelho sacodem-nos o raciocínio, para que venhamos despertar no reconhecimento de nossas responsabilidades em matéria de crença. Asseveramos, a cada passo, a convicção iniludível, quanto à existência de Deus. Habitualmente, enquadramos à vida mental a determinado tipo de interpretação religiosa, a fim de reverenciá-lo, através do modo que supomos mais digno. 

Construímos santuários para honrar-lhe a munificência. Pretendemos enobrecê-lo em obras de arte. Sabemos admirar-lhe a sabedoria, seja na grandeza do firmamento ou na simplicidade do chão. Certificamo-nos de que as suas leis são inelutáveis, desde as que foram estatuídas para a semente até as que traçam caminho às constelações. Articulamos preces em louvor ou de súplica, nas quais lhe endereçamos os anseios mais íntimos. Receitamos confiança em Deus para todos aqueles que ainda não conseguiram entesourá-la. 

Ás vezes, chegamos até mesmo ao entusiasmo infantil dos que imaginam adivinhar as opiniões de Deus, nisso ou naquilo. Todas essas atitudes nascem da pessoa que reconhece a imanência de Deus. Entretanto, os Espíritos perversos também sabem que Deus existe. Crença por crença, há crença nos planos superiores, e há crença nos planos inferiores. Meditemos nisso para considerar que, acima de tudo, importa saber o que estamos fazendo de nossa fé. 

Emmanuel / Chico Xavier - Livro: Palavras de Vida Eterna.

domingo, 5 de janeiro de 2014

ENTREVISTA COM DORA INCONTRI

Sendo o espiritismo uma doutrina de profundas conseqüências morais e sociais como abordaríamos os jovens da nova era ou como levar a doutrina a estes jovens? Resposta: Com a proposta racional, coerente e profunda do Espiritismo bem estudado e bem compreendido. A doutrina contém as respostas necessárias, para satisfazer as ansiedades humanas permanentes e os conflitos do atual momento histórico. Mas… 

O movimento espírita está longe de compreender e praticar essa proposta. Por isso, tantos jovens, que fizeram evangelização, mocidade e pertencem a famílias espíritas, quando chegam à Universidade, acabam por deixar a nossa doutrina.. É que o Espiritismo tem evidências científicas, coerência filosófica, experiências religiosas desprovidas dos dogmatimos e hierarquizações, misticismos e alienações passadas e além disso é uma proposta pedagógica altamente avançada. Mas o movimento espírita reduziu tudo isso a uma seita de proporções acanhadas, com rivalidades por cargos, com um entendimento meramente religioso (o que inclui de novo misticismo, hierarquias e dogmas), desprezando o aspecto científico, ignorando a filosofia e a pedagogia. 

Dessa forma, não pode atender às ansiedades e carências do jovem contemporâneo. Idolatria a determinados médiuns, que passaram a ser os “gurus” do movimento espírita; livros superficiais, na linha de auto-ajuda; a exploração comercial de livros “espíritas” fracos no conteúdo e na forma; o desconhecimento e até o desprezo da figura e da obra de Kardec (e não se trata de falar em Kardec, porque todos falam dele e o usam, mas de compreender de fato a sua proposta); o autoritarismo nos centros e nas federações… são apenas alguns dos problemas que as cabeças mais pensantes identificam. Já na década de 1970, Herculano Pires alertava contra tudo isso. De lá para cá, a coisa piorou muitíssimo. É com isso que vamos fazer uma Nova Era? Copiando o misticismo, a irracionalidade e o autoritarismo das formas institucionais passadas? 

Devemos voltar às origens e ao mesmo tempo dialogar com a cultura contemporânea. Voltar às origens é nos inspirarmos em Kardec, Léon Denis, Gabriel Delanne etc.; no Brasil, em Herculano Pires, Bezerra de Menezes, Eurípedes Barsanulfo, e, como modelo de mediunidade séria, equilibrada e avessa a toda essa idolatria vigente, cito a grande Yvonne Pereira. E dialogar com o mundo é estar presente, nas universidades, nos movimentos sociais, na vida contemporânea e não nos tornarmos uma seita isolada e alienada!!!… Com isso sim, podemos formar uma juventude embebida em ideiais elevados e firme em suas convicções e preparada para enfrentar os desafios de hoje e de amanhã. 



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

“Tende bom ânimo; eu venci o mundo.” - Jesus (JOÃO 16:33)

É importante enumerar algumas das circunstâncias difíceis em que se encontrava Jesus, quando asseverou perante os discípulos: “tende bom ânimo; eu venci o mundo”. Ele era alguém que, na conceituação do mundo, não passava de vencido vulgar. Sabia-se no momento de entrar em amarga solidão. 

Confessava que fora incompreendido pelos homens aos quais se propusera servir. Não ignorava que os adversários lhe haviam assaltado a comunidade em formação, através de um amigo invigilante. Dirigia-se aos companheiros, anunciando que eles próprios seriam dispersos. Falava, sem rebuços, da flagelação de que seria vítima. 

Via-se malquisto pela maioria, perseguido, traído. Não desconhecia que lhe envenenavam as intenções. Certificara-se de que as pessoas mais altamente colocadas eram as primeiras a examinar o melhor processo de confundi-lo. 

Percebera o ódio de que se tornara objeto, principalmente por parte daqueles que pretendiam açambarcar o nome de Deus, a serviço de interesses inferiores. Reconhecia-se a poucos passos da morte, a que se inclinaria, condenado sem culpa. Entretanto ele dizia: “tende bom ânimo; eu venci o mundo”. 

Quanto te encontres em crise, lembra-te do Mestre. Subjugado, seria o conquistador inesquecível. Batido, passaria à condição de senhor da vitória. Assim ocorre, porque os construtores do aperfeiçoamento espiritual não estão na Terra para vencer no mundo, mas notadamente para vencer o mundo, em si mesmos, de modo a servirem ao mundo, sempre mais, e melhor. 

Emmanuel / Chico Xavier - Livro: Palavras de Vida Eterna

Divaldo Franco O Amor parte 1

"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho