"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA" JESUS

"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Pregações


A modernidade é rica de meios para que as pessoas externem seus pensamentos. Mediante os recursos da internet, muitas cotidianamente partilham com o mundo o seu modo de ver a vida. 
Em blogs, redes sociais, colunas virtuais e vídeos, democratizou-se e ampliou-se a exposição pessoal. Nesse ambiente, são constantes as críticas ao comportamento alheio. Também são habituais as frases de efeito postas para circular. 
Pensamentos de grandes vultos são relembrados e frisados. 

Tudo isso tem um grande potencial renovador. Mas para que seja mesmo positivo, convém refletir sobre uma passagem do Evangelho. Nela, Jesus convida seus discípulos para irem juntos às aldeias vizinhas, para que Ele ali também pregasse. E afirma que foi para a atividade de pregação que veio ao mundo. 

É interessante pensar a respeito do significado do conceito de pregação. 

Ele tem sido deturpado com frequência, para justificar muita falação inconsequente. Por certo, Jesus incluía no ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida. 

Ele não só falava, mas também exemplificava. Geralmente, vemos na Terra a missão de ensinar muito desmoralizada.
A ciência oficial dispõe de cátedras. 
A política possui tribunas. 
A religião fala de púlpitos. 

Contudo, os que ensinam, com exceções louváveis, quase sempre se caracterizam por dois modos diferentes de agir. Exibem certas atitudes quando pregam, mas adotam outras quando em atividade diária. 
Disso resulta uma grave perturbação geral. 

Afinal, os ouvintes também se sentem à vontade para mudar a roupa do caráter. Em situação semelhante se encontram muitos dos que bradam contra o mal por meio da internet. Eles reclamam da desonestidade alheia. 

Apontam que alguém deveria tomar providências ou adotar medidas para salvar o semelhante. Mas raramente se dispõem a fazer algo de efetivo para que o mundo se torne melhor. Também por vezes quem reclama do governo ou dos políticos segue sem cumprir os seus deveres. Não trata de bem educar seus filhos. 

Não dá a devida atenção a seu cônjuge, não cuida de seus pais velhos ou enfermos. Ou sonega tributos, procura levar vantagem quando a oportunidade aparece. 
É uma grave incoerência apontar o erro no comportamento dos outros e não cumprir os próprios deveres com retidão. 

Toda dissertação moldada no bem é útil. 
Jesus veio ao mundo para isso. Pregou a verdade em todos os lugares, fez discursos de renovação, comentou a necessidade do amor para a solução dos problemas. 
No entanto, misturou palavras e testemunhos vivos, desde a primeira palavra de Seu apostolado até a cruz. 
Por pregação, portanto, Jesus entendia igualmente os sacrifícios da vida. Seu despojamento no Calvário é a prova viva disso. 

Pense a respeito. 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 38 do livro Caminho, Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Em 27.07.2012.

O óbvio


Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou: Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico? Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades. 
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber: E o homem mais justo e sábio? Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder: O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever. Mas– voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente – o que você está me dizendo é o óbvio! 
Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo: Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio! Não existem segredos nem mistérios para a salvação da alma. Nada mais óbvio que a verdade! O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra! 

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum. Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho. Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista. 
O querido médium da paz, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples. Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas palavras do Evangelho. 
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade. Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã. Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. 
Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes. O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás. Viver de acordo com as lições de um mestre, como Jesus, não é ser fanático religioso, extremista e cego. Não, de forma alguma. 
O verdadeiro cristão é discreto, porém atuante e firme nas ações. 

Não enxerguemos Jesus como um santo, inatingível, que serve apenas para ser adorado. Já passamos desse tempo. 

Hoje é tempo de vê-lO como um exemplo, um referencial, num mundo onde as referências são tão pueris. 
A lição do Evangelho é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo. É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade. 

Redação do Momento Espírita 25.01.2012.

Ações e palavras


O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz. O pensamento do filósofo e escritor americano, Ralph Waldo Emerson, precisa de nossa atenção. 
Ações falam muito mais de nós mesmos do que nossas palavras. Nossas palavras articulam-se por conveniência, por convenções e podem ser muito bem dissimuladas por força de nossa vontade, isto é, nem sempre contarão a verdade. As ações mostram o que há em nossa alma, nossa índole, nossos valores. É muito fácil falar. Mais difícil agir. Francisco de Assis, missionário que resgatou a essência da mensagem do Cristo na Terra, em uma de suas pregações, afirmou: A paz proclamada por vós com palavras deve habitar de modo mais abundante em vossos corações. Isso significa que precisamos vivenciar algo para que nossas palavras e opiniões tenham peso. É a chamada autoridade moral. Ela é válida na educação dos filhos, por exemplo. Esses precisam identificar, nos genitores, o mesmo comportamento que estão exigindo deles. 
Caso não encontrem essa referência, dificilmente seguirão qualquer recomendação educacional. Os filhos poderão até obedecer, mas por medo, por ascendência da força, naquele momento. Esse tipo de ascendência, porém, não dura. Tão logo se desvencilhem dos pais ou desenvolvam uma independência maior, voltarão a repetir as mesmas atitudes do ontem equivocado. Resumindo: não aprenderam. Simplesmente atenderam a uma recomendação, por determinado tempo. Por isso ouvimos falar na força do exemplo. Os filhos copiam os pais em muitos aspectos. Imitam suas ações, sua forma de lidar com isso ou aquilo na vida. Seus conselhos só serão ouvidos se perceberem a força da autoridade moral embasando as falas. 
A sabedoria de alguém não é medida pelo quanto ela sabe, conhece, mas pela qualidade de suas ações. Vemos assim, no mundo, grandes vozes, de retórica impecável, mas cujas ações, no dia a dia, não condizem com seu verbo afiado. Sobem nas tribunas do mundo, cantando a igualdade, a justiça, a defesa da população, quando em seu coração há apenas a busca pela satisfação de sua vaidade e egoísmo, tirando vantagem de tudo e de todos. 
E muitas consciências de hoje estão tão doentes, tão obnubiladas, que nem sequer sentem algum tipo de remorso, culpa ou responsabilidade. Despertarão mais tarde, possivelmente com a dor, com a força da lei de causa e efeito, colocando tudo de volta nos trilhos da alma descarrilhada. 
Assim, cuidemos de nossas palavras e cuidemos de nossas ações. O que fazemos fala muito mais alto do que aquilo que dizemos. Lembremos do pensamento do filósofo: O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz

Redação do Momento Espírita. Em 15.8.2012.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

VAMOS ESTUDAR?


 

V – Sonambulismo


      425. O sonambulismo natural tem relação com os sonhos? Como se pode explicá-lo?                         

       —É um estado de independência da alma, mais completo que no sonho e então as faculdades adquirem maior desenvolvimento A alma tem percepções que não atinge no sonho, que é um estado de sonambulismo imperfeito.

No sonambulismo, o Espírito está na posse total de si mesmo ; os órfãos  materiais, estando de qualquer forma em catalepsia, não recebem mais as impressões exteriores. Esse estado se. manifesta sobretudo durante o sono; é o momento em que o Espírito pode deixar provisoriamente o corpo, que se acha entregue ao repouso indispensável à matéria. Quando se produzem os fatos do sonambulismo é que o Espírito, preocupado com uma coisa ou outra se entrega a alguma ação que exige o uso do seu corpo, do qual se serve como se empregasse uma mesa ou qualquer outro objeto material nos fenômenos de manifestação física, ou mesmo da vossa mão, nas comunicações escritas.

Nos sonhos de que se tem consciência, os órgãos, inclusive os da memória, começam a despertar e receitem imperfeitamente as impressões produzidas pelos objetos ou as causas exteriores, e as comunicam ao Espírito que, também se encontrando em repouso, só percebe sensações confusas e freqüentemente fragmentárias, sem nenhuma razão de ser aparente misturadas que estão de vagas recordações, seja desta existência seja de existências anteriores. É, portanto, fácil compreender por que os sonâmbulos não se lembram de nada e por que os sonhos de que conservam a lembrança na maioria das vezes, não têm sentido. Digo na maioria das vezes, porque acontece também serem eles a conseqüência de uma recordação precisa de  acontecimentos de uma vida anterior e, algumas vezes, até uma espécie de intuição do futuro.

      426. O chamado sonambulismo magnético tem relações com o sonambulismo natural?

      — É a mesma coisa, com a diferença de ser provocado.


      427. Qual é a natureza do agente chamado fluido magnético?

       — Fluido vital, eletricidade animalizada, que são modificações do fluido universal.


      428. Qual é a causa da clarividência sonambúlica?

     — Já o dissemos: é a alma que vê.


     429. Como o sonâmbulo pode ver através dos corpos opacos?

     — Não há corpos opacos, senão para os vossos órgãos grosseiros Já dissemos que, para o Espírito, a matéria não oferece obstáculos, pois ele a atravessa livremente. Com freqüência ele vos diz que vê pela testa, pelo joelho etc., porque vós, inteiramente imersos na matéria, não compreendeis que ele possa ver sem o auxílio dos órgãos, e ele mesmo, pela vossa insistência, julga necessitar desses órfãos.(...)

    
  430.Por que ele não vê tudo e por que se engana tantas vezes?

      — Primeiro, não e dado aos Espíritos imperfeitos tudo ver e tudo conhecer: sabes muito bem que eles ainda participam dos vossos erros e dos vossos prejuízos: e, depois, quando estão ligados a matéria., não gozarn de todas as suas faculdades de Espíritos. Deus deu ao homem esta faculdade com um fim útil e sério, e não para que ele aprenda o que não deve saber; eis porque os sonâmbulos não podem dizer tudo.

      431. Qual é a fonte das idéias inatas do sonâmbulo, e como pode ele falar com exatidão de coisas que ignora no estado de vigília, e que estão mesmo acima de sua capacidade intelectual?

      — Acontece que o sonâmbulo possui mais conhecimentos do que lhe. reconheceis, somente que eles estão adormecidos, porque o seu invólucro é bastante imperfeito para que ele possa recordá-los. Mas, em última análise, o que é ele? Como nós, um Espírito, que está encarnado para cumprir a sua missão, e o estado em que ele entra o desperta dessa letargia. Nós já te dissemos repetidamente que revivemos muitas vezes; e essa mudança é que lhe faz perder materialmente o que conseguiu aprender na existência precedente. Entrando no estado a que chamas crise, ele se lembra, mas sempre de maneira incompleta; ele sabe, mus não poderia dizer de onde lhe vem o conhecimento, nem como o possui. Passada a crise, toda a lembrança se apaga e ele volta à obscuridade.

Comentário de Kardec: A experiência mostra que os sonâmbulos recebem também comunicações de outros Espíritos, que lhes transmitem o que eles devem dizer e suprem a sua insuficiência. Isto se vê, sobretudo, nas prescrições médicas: o Espírito do sonâmbulo vê o mal, o outro lhe indica o remédio. Esta dupla ação é algumas vezes patente e se revela outras vezes pelas suas expressões bastante freqüentes: dizem-me que diga; ou proíbem-me dizer tal coisa. Neste último caso, é sempre perigoso insistir em obter a revelação recusada, porque então se dá lugar aos Espíritos levianos que falam de tudo sem escrúpulos e sem se interessarem pela verdade.

      432. Como explicar a visão a distância, em alguns sonâmbulos?                     

       — A alma não se transporta durante o sono? O mesmo se verifica no sonambulismo.

       433. O desenvolvimento maior ou menor da clarividência sonambúlica   depende da organização física ou da natureza do Espírito encarnado?

       —De uma e de outra; há disposições físicas que permitem ao Espírito libertar-se mais ou menos facilmente da matéria.

       434. As faculdades de que o sonâmbulo desfruta são as mesmas do Espírito após a morte?

       —Até certo ponto, pois é necessário terem conta a influência da matéria, a que ele ainda se encontra ligado.

      435. O sonâmbulo pode ver os outros Espíritos?

      — A maioria os vê muito bem; isso depende do grau e da natureza da lucidez de cada um; mas, às vezes, ele não compreende, de início, e os toma por seres corporais. Isso acontece, sobretudo, com os que não têm nenhum conhecimento do Espiritismo; eles ainda não compreendem a natureza dos Espíritos, o fato os espanta e é por isso que julgam estar vendo pessoas vivas.

 Comentário de Kardec: O mesmo efeito se produz no momento da morte, entre os que ainda se julgam vivos. Nada ao seu redor lhes parece modificado, os Espíritos lhes aparecem como tendo corpos semelhantes aos nossos, e eles tomam a aparência de seus próprios corpos como corpos reais.

      436. O sonâmbulo que vê a distância, vê do lugar em que está o seu  corpo ou daquele em que está a sua alma?

      — Por que esta pergunta, pois se é a alma que vê e não o corpo?

      437. Sendo a alma que se transporta, como pode o sonâmbulo experimentar no corpo as sensações de calor ou de frio do lugar em que se encontra a sua alma, às vezes bem longe do corpo?

      —A alma não deixou inteiramente o corpo, permanece sempre ligada a ele pelo laço que os une, e é esse laço o condutor das sensações. Quando duas pessoas se correspondem entre uma cidade e outra por meio da eletricidade, é este o laço entre os seus pensamentos; é graças a isso que elas se comunicam, como se estivessem uma ao lado da outra.

     438. O uso que um sonâmbulo faz da sua faculdade influi no estado do seu Espírito após a morte?

     — Muito, como o uso bom ou mau de todas as faculdades que Deus concedeu ao homem.

A IV JORNECC 2012 DEIXOU SAUDADES!

CENTRO ESPÍRITA CLAUDIONOR DE CARVALHO
11 ANOS

IV JORNECC 2012

O verdadeiro Palestrante-pesquisador consegue envolver  aos que o ouvem de maneira tão sincera, que todos acabam envoltos da vontade de ficar escutando, ouvindo, absorvendo da luz que emanam de suas palavras.
Assim foi com a palestra do Palestrante Espírita, Pesquisador e, como ele mesmo gosta de que seja citado, estudante da Doutrina Espírita Adilson Mota de Santana.
Adilson iniciou o Seminário sobre Magnetismo na IV JORNECC 2012, com a propriedade que possui, apenas, aqueles que estudam o que propagam estudar.
Ele esclareceu sobre o Magnetismo e assinalou que, infelizmente, o espirita anda se afastando de uma das ferramentas "essenciais" nos tratamentos e curas na lida da Assistência Médico Espiritual: o Magnetismo.
Essa assertiva foi lembrada ano passado, na oportunidade do Seminário com Jacob de Melo, na JORNECC 2011 do Centro Espírita Claudionor de Carvalho.
Além do estudo sobre Magnetismo, Adilson Mota trouxe uma "magnífica" exposição sobre Sonambulismo. Assunto, que, segundo ele próprio, é bastante desconhecido dos espíritas.
Adilson revelou preocupação com a questão da falta de "aprimoramento" nas questões de leitura e estudo sobre a Doutrina de um modo geral, mas não deixou de expor a alegria de ver a "união" de um grupo na realização de um evento que traz à tona, assuntos tão importantes e tão "preconceituados" (justamente por falta de esclarecimento e auto-esclarecimento).
O querido amigo e palestrante da Casa, mostrou-se emocionado com a Juventude Espírita do CECC, após as apresentações de teatro e dança, realizadas pelos evangelizandos, especialmente para o Evento. 
Aproveitou o momento para rememorar à todos, que sem a conscientização dos pequenos, passando pela juventude e continuando com o estudo na maioridade, assuntos como o Magnetismo, Sonambulismo e, mesmo, aqueles que trazem os mais básicos eixos sobre a Doutrina Consoladora, não terão êxito.
IV JORNECC 2012: dias de Luz! 


ADILSON MOTA
Palestrante-pesquisador Espírita


Jorge Fernando, trouxe a música para "magnetizar" com sincero amor aos presentes.



Palmas para eles! Realmente merecem!

Marcos e Adilson Mota, bem como todos os que estiveram presentes, carinhosos, aplaudiram a apresentação teatral dos evangelizandos de "Claudinho".


O Palestrante-pesquisador Espírita Adilson Mota ao lado das tarefeiras Virgínia e Alda (CECC).

Todos estavam radiantes...


Alda sorrindo de satisfação... 

A Evangelizadora Andréa - dando suporte aos atores...

Vitor - levou a sério seu papel...

Diego - um dos passistas...


A Peça "Cenas de um Hospital Espiritual" de autoria de Dr. Claudionor de Carvalho. Aí estão os protagonistas Mateus e Bruno.

A Dança - representando a luta do Bem contra o Mal que ocorre dentro de cada ser, com a música "Fênix".

A evangelizanda Flora - decidiu-se por apresentar, na última hora (pura timidez)...
Um presente em agradecimento à Equipe Espiritual da Casa...


A EvangelizaçãoEspírita Irmã Sheila e Juventude Espírita Dr. Alenon
 saudando à IV JORNECC 2012.

Jó... querida colaboradora da Evangelização. Há anos...

Obrigada Adilson Mota!

"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho