"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA" JESUS

"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Lindomar Coutinho - Necessidade da Encarnação


    O Centro Espírita Claudionor de Carvalho agradece alegremente, a presença e o carinho do público que compareceu à Palestra "Necessidade da Encarnação", ministrada por Lindomar Coutinho no dia 02/01/2012 (primeira Segunda-feira do ano).
  O tema tão importante para a compreensão de nossas existências nesta Gleba, foi minuciosamente esclarecido pelo educador Lindomar, que trouxe exemplos de como lidar com o cansaço, oriundo de fraquezas que acometem o ser na caminhada rumo ao progresso espiritual.
  Para encerrar o encontro, Lindomar deu um belo presente de Ano Novo aos presentes: uma maravilhosa vibração, que certamente reavivou as esperanças de cada participante na oportunidade de enxergarmos a importância de não perdermos (mais) o tempo de progredir. 
  Foi de grande proveito, já que iniciamos um novo ano desta nova era.
 Agradecemos de coração e lembramos que  "a evolução não é uma corrida de obstáculos, sequer uma corrida é, no entanto, que a constatação de que temos a eternidade para evoluir não sirva para nos amolecer o ânimo, mas, antes, como estímulo para acelerarmos a marcha, de modo a podermos ajudar aqueles que ficaram para trás, praticando, desse modo, a verdadeira caridade cristã."



O CECC em festa


Emerson Mozart - voluntário do CECC (cantor e compositor)
deixou o Salão harmonizado com suas calmas notas musicais.

O palestrante-amigo Lindomar Coutinho entre as colaboradoras do CECC: Vitória e Clícia


Havia participantes de 8 a 80 anos!


Outro ângulo do Salão, que contou com a presença de ouvintes extremamente atentos ao mar de palavras edificantes que Lindomar preparou, sobre o tema.

Lindomar Coutinho

À esquerdaa - Marcos (Presidente do CECC) 
recebendo o amigo de caminhada Lindomar Coutinho, junto às voluntárias Vitória e Clícia.




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Oração Rogativa (Emmanuel)

Esta Prece é uma psicofonia que transcrevemos. 
Ocorreu no dia 09 de Junho de 1955, e fez parte  posteriormente do livro "Instruções Psicofônicas" (instrução nº 65 do  livro).
 

"A reunião da noite de 9 de junho de 1955 revestiu-se para nós de grande significação. É que os Benfeitores Espirituais designaram-na como sendo a última para a recepção das mensagens consoladoras e educativas que enfeixam este livro. 
Havia, portanto, grande expectativa em nossa pequena assembléia de companheiros encarnados. Nossas tarefas habituais transcorreram ativas. Grande número de entidades sofredoras, compelindo-nos à Interferéncia em casos tristes e dolorosos.

No encerramento, foi Emmanuel, o nosso amigo de sempre, quem veio até nós, através da palavra direta. Colocou o médium de pé e, com a expressão que lhe é própria, elevou a Jesus vibrante prece. Estávamos todos Imensamente comovidos. Chegávamos ao término de sessenta e cinco noites de abençoada atividade espiritual e, com as palavras do querido orientador, o nosso primeiro livro de Instruções psicofônicas estava sendo concluído... Transcrevendo aqui a oração do nosso mentor infatigável, rogamos ao Divino Mestre a felicidade de continuar em nossa tarefa para diante. E, porque nos falta o justo vocabulário para expressar a nossa profunda gratidão aos instrutores e amigos espirituais que nos visitaram, através destas páginas, finalizando as presentes anotações oferecemos a eles os nossos corações reconhecidos".

Senhor Jesus!
Agradecendo-te o amparo de todos os dias, eis-nos aqui, de espírito, ainda em súplica, no campo em que nos situaste.
Ensina-nos a procurar na vida eterna a beleza e o ensinamento da temporária vida humana!
Apesar de amadurecidos para o conhecimento, muitas vezes somos crianças pelo coração.
Ágeis no raciocínio, somos tardios no sentimento.
Em muitas ocasiões, dirigimo-nos à tua infinita Bondade, sem saber o que desejamos.
Não nos deixes, assim, em nossas próprias fraquezas!
Nos dias de sombra, sê nossa luz!
Nas horas de incerteza, sê nosso apoio e segurança!
Mestre Divino!
Guia-nos o passo na senda reta.
Dá-nos consciência da responsabilidade com que nos enriqueces o destino.
Auxilia-nos para que o suor do trabalho nos alimente o lume da fé.
Não admitas que o verme do desalento nos corroa o ideal e ajuda-nos para que a ventania da perturbação não nos inutilize a sementeira.
Educa-nos para que possamos converter os detritos do temporal em adubo que nos favoreça a tarefa.
Ao redor da leira que nos confiaste, rondam aves de rapina, tentando instilar-nos desânimo e discórdia...
Não longe de nós, flores envenenadas deitam capitoso aroma, convidando-nos ao repouso inútil, e aves canoras da fantasia, através de melodias fascinantes, concitam-nos a ruinosa distração...
Fortalece-nos a vigilância para que não venhamos a cair.
Dá-nos coragem para vencer a hesitação e o erro, a sombra e a tentação que nascem de nós.
Faze-nos compreender os tesouros do tempo, a fim de que possamos multiplicar os créditos de conhecimento e de amor que nos emprestaste.
Divino Amigo!
Sustenta-nos as mãos no arado de nossos compromissos, na verdade e no bem, e não permitas, em tua misericórdia, que os nossos olhos se voltem para trás.
Que a tua vontade, Senhor, seja a nossa vontade, agora e para sempre.
Assim seja.

Emmanuel

I – Os Últimos Serão Os Primeiros


CONSTANTINO
Espírito Protetor, Bordeaux, 1863
            2 – O trabalhador da última hora tem direito ao salário.Mas, para isso, é necessário que se tenha conservado com boa-vontade à disposição do Senhor que o devia empregar, e que o atraso não seja fruto da sua preguiça ou da sua má vontade. Tem direito ao salário, porque, desde o alvorecer, esperava impacientemente aquele que, por fim, o chamaria ao labor. Era trabalhador, e apenas lhe faltava o que fazer.
            Se tivesse, entretanto, recusado o trabalho a qualquer hora do dia; se tivesse dito: “Tenham paciência; gosto de descansar. Quando soar a última hora, pensarei no salário do dia. Que me importa esse patrão que não conheço e não estimo? Quanto mais tarde, melhor!” Nesse caso, meus amigos, não receberia o salário do trabalho, mas o da preguiça.
            Que dizer, então, daquele que, em vez de simplesmente esperar, tivesse empregado as suas horas de trabalho para cometer estrepolias? Que tivesse blasfemado contra Deus, vertido o sangue de seus semelhantes, perturbado as famílias, arruinado homens de boa-fé, abusado da inocência? Que tivesse, enfim, se lançado a todas as ignomínias da humanidade? O que será dele? Será suficiente dizer, à última hora: “Senhor usei mal o meu tempo; empregai-me até o fim do dia, para que eu faça um pouco, um pouquinho que seja da minha tarefa, e pagai-me o salário do trabalhador de boa-vontade!”? Não, não! Porque o Senhor lhe dirá: 
“Não tenho agora nenhum trabalho para ti. Esperdiçaste o teu tempo, esqueceste o que havias aprendido, não sabes mais trabalhar na minha vinha. Cuida, pois, de aprender de novo, e quando te sentires mais bem disposto, vem procurar-me e te franquearei as minhas terras, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia”.
            Bons espíritas, meus bem-amados, todos vós sois trabalhadores da última hora. Bem orgulhoso seria o que dissesse. “Comecei o trabalho de madrugada e só o terminarei ao escurecer”. Todos vieram quando chamados, uns mais cedo, outros mais tarde, para a encarnação cujos grilhões carregais. Mas há quantos e quantos séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que aceitásseis o convite? Eis chegado, agora, o momento de receber o salário. 
Empregai bem esta hora que vos resta. Não vos esqueçais de que a vossa existência, por mais longa que vos pareça, não é mais do que um momento muito breve na imensidade dos tempos que constituem para vós a eternidade.


HENRI EINE
Paris, 1863

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

RECOMECEMOS! Mensagem de Emmanuel

Não conserves lembranças amargas.
Viste o sonho desfeito.
Escutaste a resposta de fel.
Suportaste a deserção dos que mais amas.
Fracassaste no empreendimento.
Colheste abandono.
Padeceste desilusão.

Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus...

A possibilidade da espiga ressurge na sementeira.
A água, feita vapor, regressa da nuvem para a riqueza da fonte.
Torna o calor da primavera, na primavera seguinte.
Inflama-se o horizonte, cada manhã, com o fulgor do Sol, reformando o valor do dia.
Janeiro a Janeiro, renova-se o ano, oferecendo novo ciclo ao trabalho.
É como se tudo estivesse a dizer : "Se quiseres, podes recomeçar ".

Disse, porém , o Divino Amigo que ninguém aproveita remendo novo em pano velho.

Desse modo, desfaze-te do imprestável.
Desvencilha-te do inútil.
Esquece os enganos que te assaltaram.
Deita fora as aflições inúteis.
Recomecemos, pois, qualquer esforço com firmeza, lembrando-nos , todavia, de que tudo volta, menos a oportunidade esquecida, que será sempre uma perda real...

Emmanuel

Lembremos que  "Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho." - Jesus (Mateus, 9 : 16.)
 

Do livro "Palavras de Vida Eterna", Emmanuel (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)
(No original: "Deita fora as aflições improfícuas")
O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html

O LÁPIS (Hoje é o segundo dia de 2012 - iniciemos uma Reforma Íntima verdadeiramente sincera)


O menino observava seu avô escrevendo em um caderno e perguntou:
- Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu e disse ao neto:
- Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante que as palavras que estou escrevendo , é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele quando você crescer.
O menino olhou para o lápis e, não vendo nada de especial, intrigado comentou:
- Mas este lápis é igual a todos os que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
- Bem, depende do modo que você o olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo – respondeu o avô.
1. Assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça que existe uma mão que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade. Você nunca está sozinho;
2. Assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo e usar um apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor;
3. Assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mal, mas importante para nos trazer de volta ao caminho certo;
4. Assim como o lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência;
5. O lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas nas vidas das pessoas. Procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.
"... a sabialidade não está naquilo que se faz, está naquilo que você sente em fazer." Dr. Claudionor de Carvalho